domingo, 20 de agosto de 2017

Jesus e a Força do Sentimento

Que o amor único de Deus inspire todas as almas para o bem! (...)

Ora, quando levamos em conta o sentimento exemplificado por Jesus, na busca de solução para as dificuldades, quase sempre fazemos tudo pelo próximo ou de modo a que o próximo não seja prejudicado. o contrário se dá quando resolvemos as coisas apenas do ponto de vista da relação humana: trabalhamos no sentido de encontrar a solução que nos favoreça, que nos ajude, que nos faça sair ganhando, de uma certa forma. Já com Jesus, medimos as questões, os prós e os contras, e levamos em consideração o que podemos causar de prejuízo moral ou mental a alguém.
Assim quando agimos em nome de Jesus, todos os nossos atos passam a ser conduzidos segundo o sentimento, segundo a análise que leva em conta o próximo. Quando assim fazemos, podemos nos dizer cristãos; atingimos a um estágio em que não nos permitimos agir sem considerar os resultados espirituais e morais do que fazemos. Por isso é que tão comum ouvirmos dizer: "Caminha, buscando resolver tudo o que te concerne". E com o Cristo, acrescentamos: "desde que não tragas prejuízos para ninguém". (...)
Que o Mestre Jesus nos abençoe, nos oriente e nos indique sempre o caminho a seguir!
Muita paz, meus irmãos!
E que Jesus nos abençoe, hoje e sempre!

Antonio de Aquino


Do Livro : Inspirações do Amor Único de Deus, vol. 3 CELD
Psicofonia: Antonio C Pamphiro



domingo, 6 de agosto de 2017

REVELAÇÃO

Filhos, quantos permanecem na expectativa e novas revelações do Mundo Espiritual por suplemento da fé, olvidam que o Evangelho continua sendo a mensagem inédita da vida que todos carecemos assimilar.
    A Ciência, sem dúvida, desvendará aos homens novos caminhos e a luz da Verdade gradativamente resplandecerá para as criaturas, todavia os preceitos básicos para a felicidade humana se resumem na lição do amor que o Cristo ensinou à Humanidade.
O maior desafio para o homem não se constitui na conquista do Cosmos ou no pleno conhecimento das leis que regem o mundo material: o seu maior desafio é a conquista de si mesmo, no domínio mais amplo das próprias emoções e dos pensamentos que se originam em seu mundo íntimo.
A aplicação das virtudes cristãs no cotidiano - paciência, perdão e solidariedade - ontem quanto hoje, dentre outras é constante apelo à autossuperação que a cada dia se renova.
Tendo-nos sido legado há dois mil anos, o Evangelho não perde atualidade, porquanto as palavras do Cristo, expressando a Verdade, que jamais se altera, são de vida eterna. Assim, não condicioneis a vossa Crença na Doutrina às revelações que vos sejam formuladas sem critério pelos que habitam as dimensões da Vida Mais Alta.
Não façais a vossa fé depender do miraculoso e do sobrenatural, como se mentes enfermas, sentísseis sempre a necessidade de vos alimentardes do que extrapola os limites do bom senso.
Os espíritos que, de hábito, convosco intercambiam ainda não diferem muito de vós, em vosso mundo moral, para os acréscimos que desejais ao que já sabeis da Verdade.
Por outro lado, considerando-vos, considerai a falta de instrumentação mediúnica adequada para que as realidades de Além -Túmulo vos alcancem sem alterações significativas e sem comprometimento de sua autenticidade.
Filhos, contentai-vos com o que tendes, convictos de que ainda não sois gleba para mais farta semeadura.

Bezerra de Menezes

Do Livro: A coragem da fé. Didier
Psicografia Carlos A Bacelli


sábado, 29 de julho de 2017

GRADUAÇÃO DO CONHECIMENTO

Que Jesus Cristo nos ajude e abençoe, agora e sempre!

Falando sobre Jesus, sempre é interessante observarmos que um Mestre tão grandioso quanto ele utilizaria os variados recursos ao seu alcance para nos fazer entender uma mensagem toda de equilíbrio, de paz e de confiança em Deus.
Ao ensinar que, às vezes, Jesus falava através de uma linguagem desconhecida de todos, uma linguagem por parábolas, como se fala, ele quer nos ensinar que algumas vezes não podemos dizer toda verdade, porque esta pode trazer um transtorno àquele que ouve. Daí seguramente precisarmos utilizar a linguagem cifrada ou uma linguagem no nível de compreensão das pessoas, de modo que elas possam absorver o conhecimento de forma paulatina e equilibrada.
Quantas vezes, a pretexto de dizermos tudo o que sabemos, sufocamos o próximo com o nosso conhecimento sem dar ao mesmo a oportunidade de assimilar os assuntos que temos para dizer-lhes.
De outras vezes, somos tão impertinentes que desejamos que as pessoas aceitem o que lhes falamos sem pensar que a cultura que possuem, o conhecimento, as verdades em que sem pensar que a cultura que possuem o conhecimento, as verdades em que foram criadas são diferentes das nossas. 
E o nosso pensamento, a nossa atitude em dizer a elas tudo o que pensamos, a mais das vezes não passa de pura demonstração de conhecimento, sem que seja demonstração de sabedoria, pois que se houvesse sabedoria, falaríamos n a hora e no momento adequado. (...)
Pensemos caros irmãos, em como Jesus falava e quais os seus objetivos. E em nós ajamos sempre com equilíbrio sim, mas sem nos julgarmos superiores a ninguém . Busquemos a palavra sensata, amorosa, justa, apoiadora sem nos sentirmos superiores a ninguém.
Que o Mestre Jesus que tanto nos tem ensinado, possa continuar a nos ensinar hoje e sempre que a verdadeira sabedoria está na simplicidade com que falamos as coisas.
Que Deus nos ajude a todos nos abençoe e nos conduza agora e sempre!.

O Irmão Iandaiá

Do Livro: Focos de Lua CELD
Psicofonia: Altivo C Pamphiro

sábado, 15 de julho de 2017

ENTES AMADOS

A preocupação de prover as necessidades daqueles que estimamos não é tão somente legítima, é indispensável. E tudo o que pudermos ofertar-lhes em abnegação redundará em sementeira de luz e amor a frutescer, um dia, em amparo e felicidade para nós mesmos.
Habitualmente, contudo, um problema aparece na lavoura afetiva a que nos consagramos: - tranca-se nos o afeto, em torno das pessoas que a vida nos confiou à dedicação e eis que elas, a pouco e pouco, se transformam em prisioneiras de nossas exigências, sem que venhamos a perceber.
Quando isso acontece, passamos instintivamente a entravar-lhes o passo e a influenciar-lhes, em demasia, o modo de ser. Daí nascem dificuldades e conflitos que é imprescindível saber evitar, ( ...)
À vista disso, os que desejamos tanto a felicidade das criaturas que se nos fazem extremamente queridas, saibamos respeitar-lhes a independência - o dom da independência que a Lei Divina a todos nos conferiu.
Auxiliemos nossos entes amados a serem eles próprios, com as faculdades que lhes singularizam a alma. Devotemos-nos à construção da felicidade deles, com os mais entranhados sentimentos do coração, mesmo porque as Revelações Divinas nos conclamam incessantemente a amar-nos com entendimento recíproco, mas peçamos a Deus nos ajude a reconhecer-lhes a liberdade, a fim de que escolham os caminhos e experiências que lhes pareçam mais justos à jornada de progresso e elevação, sem que haja cativeiro na vida nem para eles nem para nós. 



Emmanuel

Do Livro: Encontro Marcado - FEB
Psicografia : Francisco C. Xavier

sábado, 1 de julho de 2017

PERANTE A DESENCARNAÇÃO

"Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte. " - Jesus (joão, 8:51.)

Resignar-se ante a desencarnação inesperada do parente ou do amigo, vendo nisso a manifestação da Sábia Vontade que nos comanda os destinos.
Maior resignação, maior prova de confiança e entendimento.
Dispensar aparatos, pompas e encenações nos funerais de pessoas pelas quais se responsabilize, abolir o usos de velas e coroas, crepes e imagens, e conferir ao cadáver o tempo preciso de preparação para o enterramento ou a cremação.
Nem todo Espírito se desliga prontamente do corpo.
Emitir para os companheiros desencarnados, sem exceção, pensamentos de respeito, paz e carinho, seja qual for a condição.
A caridade é dever para todo clima.
Proceder corretamento nos velórios, calando anedotário e galhofa em torno da pessoa desencarnada, tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo inerte.
O companheiro recém-desencarnado pede , sem palavras , a caridade da prece ou do silêncio que o ajudam a refazer-se.
Desterrar de si quaisquer conversações ociosas, tratos comerciais ou comentários impróprios os enterros a que comparecer.
A solenidade mortuária é ato de respeito e dignidade humana.
Transformar o culto da saudade, comumente expresso no oferecimento de coroas e flores, em donativos às instituições assistenciais, sem espírito sectário, fazendo o mesmo nas comemorações e homenagens a desencarnados, sejam elas pessoais ou gerais.
A saudade somente constrói quando associada ao labor do bem.
Ajuizar detidamente as questões referentes a testamentos, resoluções e votos, antes da desencarnação, para não experimentar choques prováveis, ante inesperadas incompreensões de parentes e companheiros.
O coro que morre não se refaz.
Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou discorrer sem afetação, quando chamado a isso, sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência humana.
A morte exprime a realidade quase totalmente incompreendida na Terra.

André Luiz

Do Livro: Conduta Espírita - FEB
Psicografia Waldo Vieira